Consciência II. Lutas internas contra nossas deficiências

CONSPIRAÇÃO CONTRA A POLÍTICA NACIONAL

Por José Lacerda

 

Semana passada ‘cometi’ aqui um primeiro escrito sobre a Consciência e Valores Humanos Universais e de forma bem sucinta expus uma síntese de um projeto que pensamos.

As repercussões junto às pessoas com as quais convivo foram tão fortes e diferentes, que vi a necessidade de explanar um pouco mais este nosso pensamento, reafirmando que sim, é nosso objetivo estudar a possibilidade de realizar aqui em Mato Grosso um 1º Congresso Internacional sobre a Consciência e Valores Humanos Universais.

A beleza deste projeto é que atende a diversos objetivos, sendo o leitmotiv, a construção de conhecimento sobre essa temática difícil e imprescindivelmente necessária, incluindo um forte esforço de união dos conhecimentos existentes e que abrangem Instituições as mais diversas: desde os maiores pensadores atuais, várias Universidades que estudam o tema, diversos órgãos de Governo, passando pelas religiões mais importantes, sociedades esotéricas e exotéricas, e contemplando até Instituições ditas alternativas – tendo em comum a preocupação e estudos realizados sobre a temática.

As questões também têm grande abrangência e nossa percepção é a de sabermos pouco desde as definições conceituais até as formas de ensinar a que cada ser se torne mais e mais consciente, e que cultive valores nas lutas internas contra nossas deficiências, defeitos e tendências.

Não é difícil qualquer diagnóstico sobre onde e em que atividades humanas há escassez de consciência e de valores ou virtudes.

Como já disse, precisamos ir às causas – e de tudo que interfere de forma indesejada nos nossos processos civilizatórios – buscando resolvê-las radicalmente. Ou ao menos encaminhá-las na direção dos nossos objetivos mais humanos, mais elevados. Ou seja, substituir nas causas os grandes problemas coletivos que temos, por problemas menores no futuro ou de ora em diante.

É consensual que a Educação é dever do Estado e das famílias, mas, como ensinar o que não sabemos bem? Onde os professores e responsáveis pela Educação encontram uma bibliografia mais extensa e abrangente e, ao mesmo tempo, mais objetiva e pragmática até mesmo do que seja a consciência e quais valores a cultivar?

Unir os diversos tipos de conhecimento já existente, construir novos, sistematizar ao máximo e disponibilizar para consultas pontuais aos responsáveis pela educação das atuais e futuras gerações, são objetivos desafiadores que, pela importância extrema, necessita de quantos seres e instituições que entendam e possam colaborar. Isso é muito real!

Estamos preparando um site na internet e nos organizando para receber sugestões. O convite é o de conjurar as forças de bem existentes, rumo ao futuro que aspiramos, vencendo o caos que se avizinha.

Sobre alguns “efeitos colaterais positivos” de um evento como o imaginado, falo depois, até para enriquecermos este debate.

Um diferencial importante deste projeto é que seu sucesso depende da qualidade e quantidade de seres e instituições que se sintam capazes de contribuir. Anote este e-mail, inscreva-se e participe: esta é a hora da boa luta!

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