Departamento Judiciário Auxiliar digitaliza mais de 26 mil processos

29 - Presidente Dejuax1
Fonte: TJ-MT

Todo processo que nasce físico e sobe em grau de recurso ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) é primeiramente digitalizado para dar continuidade na tramitação, por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe). E quem é responsável por transformar os processos físicos em eletrônico é o Departamento Judiciário Auxiliar do Tribunal de Justiça (Dejaux).

O Dejaux conta com cerca de 70 pessoas, entre servidores, terceirizados e estagiários, que atuam em quatro áreas: Feitos, Distribuição, Classificação e Custas. Desde o início do processo de digitalização, em fevereiro de 2018, já foram 26 mil processos migrados para a plataforma eletrônica.

O trabalho do Dejaux é minucioso e conta com a colaboração do setor de Apoio e Taquigrafia, ambos subordinados à Coordenadoria Judiciária do TJMT. Depois que o processo é protocolizado, passa pela “higienização”, que consiste na retirada de grampos, clipes, anotações e dobras que por ventura possuírem, em seguida passa pela digitalização propriamente dita, depois pela validação (conferência página por página), a indexação (uma espécie de resumo dos processos com as peças mais importantes), a distribuição no PJe, há ainda a pesquisa de prevenção, e se havendo alguma questão o processo é previamente redistribuído, se não é concluso para o relator e enviado eletronicamente o processo na íntegra, já digitalizado. Depois disso o processo físico é arquivado.

A parte de digitalização, que também abarca o projeto de inclusão no TJMT, é feita por 30 profissionais terceirizados surdos, uma parceria com a Universidade Livre para a Eficiência Humana (Unilehu). Há cerca de 10 dias, o Dejaux aceitou uma nova missão: digitalizar cerca de 4 mil processos físicos que serão distribuídos para a Turma Recursal de forma prioritária. Até agora essa “força tarefa” conseguiu migrar para o sistema PJe 800 processos físicos.

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